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Barão Vermelho reúne formação original e canta com Cazuza no Rock in Rio

Frejat, Maurício Barros, Dé Palmeira e Guto Goffi tocaram 14 músicas; imagens e a voz de Cazuza entraram em Todo Amor Que Houver Nessa Vida.

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Barão Vermelho reúne formação original e canta com Cazuza no Rock in Rio

O Barão Vermelho reuniu Frejat, Maurício Barros, Dé Palmeira e Guto Goffi no Palco Mundo do Rock in Rio neste domingo, 6 de setembro. Fernando Magalhães, guitarrista da banda desde 1985, participou como convidado. Em uma hora, o grupo tocou 14 músicas e incorporou imagens e a voz de Cazuza a "Todo Amor Que Houver Nessa Vida".

O encontro recuperou a formação que gravou os três primeiros discos do Barão. Frejat deixou a banda em 2017 e voltou para a turnê Encontro: Pro Mundo Inteiro Acordar, iniciada em 2026. No festival, o show retomou uma ligação que vem da primeira edição, quando o grupo se apresentou em janeiro de 1985 com Cazuza nos vocais.

Cazuza entra no show por imagens de arquivo

Após "Tão Longe de Tudo", os músicos reduziram o volume dos instrumentos para "Todo Amor Que Houver Nessa Vida". Cazuza apareceu no telão em registros de arquivo, e sua voz foi alternada com a de Frejat. O recurso inseriu o primeiro vocalista em uma música lançada pelo Barão Vermelho em 1982 e dentro de um show dedicado à história do grupo.

A sequência manteve Cazuza no centro por mais duas faixas. "Codinome Beija-Flor", gravada em sua carreira solo, veio logo depois. "Por Você" abriu o trecho seguinte e levou a seleção aos anos 1990.

O bloco também mostrou como o Barão continuou escrevendo depois da saída do cantor. "Pense e Dance" e "Meus Bons Amigos" chegaram antes do momento no telão. "Puro Êxtase", já perto do final, representou o álbum homônimo de 1998.

Quatorze músicas entre 1982 e 1998

"Maior Abandonado" abriu a apresentação, seguida por "Pense e Dance" e "Bete Balanço". O começo concentrou três músicas lançadas pelo grupo nos anos 1980. "O Tempo Não Para", da carreira solo de Cazuza, entrou como a quinta faixa.

Duas versões ocuparam o trecho final: "Vem Quente Que Eu Estou Fervendo", gravada por Eduardo Araújo, e "Malandragem Dá um Tempo", de Bezerra da Silva. Ambas já fazem parte dos shows do Barão Vermelho e abriram espaço entre composições próprias e músicas da carreira de Cazuza.

O encerramento juntou "Puro Êxtase", "Por Que a Gente É Assim?" e "Pro Dia Nascer Feliz". A sequência cobriu 16 anos de gravações e deixou as duas últimas posições para canções lançadas quando Cazuza ainda integrava a banda.

Turnê volta a São Paulo em outubro

A formação reunida já havia passado por São Paulo em maio. Uma nova apresentação está marcada para 16 de outubro, no Espaço Unimed, com abertura da casa às 20h e início previsto para 22h. Fernando Magalhães também participa da data.

Fontes consultadas